31 de jan. de 2014

TRANSTORNO OBSESSIVO COMPULSIVO - TOC

O Transtorno Obsessivo Compulsivo pode se apresentar por meio de uma variedade de sintomas que envolvem alterações do pensamento (obsessões como dúvidas, preocupações excessivas com doenças, com falhas, pensamentos de conteúdo impróprio ou ruim); do comportamento ( rituais ou compulsões, repetições, evitações, lentidão para realizar tarefas, indecisão) e emocionais (medo, desconforto, aflição, culpa, depressão). Sua característica é a presença de obsessões e/ou compulsões ou rituais.


Os rituais ou compulsões são realizados em razão de medos ou da aflição que ocorrem sempre que a mente é invadida por uma obsessão, seria a forma de neutralização das consequências.


As obsessões são pensamentos ou impulsos que invadem a mente de forma repetitiva e persistente, geralmente são desagradáveis pois são acompanhados por medo, angústia, culpa, desconforto, nojo, ou desprazer.


Obsessões mais comuns:


*preocupação excessiva com sujeira, germes ou contaminação;
* dúvidas e necessidade de ter certeza;
* preocupação com simetria, exatidão, ordem, sequencia ou alinhamento;
* pensamentos, cenas ou impulsos de ferir, insultar ou agredir outras pessoas;
pensamentos ou cenas violentas;
* pensamentos, cenas ou impulsos indesejáveis e impróprios relacionados a sexo
* preocupação em armazenar, poupar, guardar coisas inúteis ou economizar;
religião( pecado, culpa, escrupulosidade, cometer sacrilégios ou dizer blasfêmias);
* pensamentos supersticiosos;
* palavras, nomes, cenas ou músicas indesejáveis que o indivíduo não consegue afastar da mente.


Compulsões mais comuns:
* lavagem ou limpeza;
* verificação ou controle;
*repetições ou confirmações;
* contagens;
* acúmulo, armazenamento, ou coleção de coisas sem utilidade ou que jamais serão usadas;
* ordem, simetria, sequência ou alinhamento
* diversas: tocar, olhar, bater de leve, raspar, estalar os dedos, as articulações.


Para o diagnóstico clinico do TOC, além da presença de obsessões e/ou compulsões, os sintomas devem consumir boa parte do seu tempo, mais de uma hora por dia e causa sofrimento acentuado e/ou interferir significativamente na rotina, no funcionamento ocupacional ou acadêmico ou nos relacionamentos sociais, familiares, além de não caracterizarem outros transtornos mentais.


Agende um horário de avaliação com  psiquiatra para alívio de sintomas e psicólogo para tratamento.









CUIDADOS COM A PELE

Cuidados com a pele ressecada
  • Não tome banhos muito quentes, eles retiram a oleosidade natural da pele.
  • Evite se ensaboar demais e não use bucha, isso retira a hidratação natural da pele.
  • Prefira sabonetes suaves, "hidratantes".
  • Se tomar 2 banhos por dia, ensaboe o corpo todo em apenas 1 deles.  No outro, só ensaboe as áreas de dobra de pele (axilas, regiões inguinais e nádegas).
  • Logo após o banho, com a pele ainda úmida, use um hidratante nas áreas ressecadas.
  • Se não gosta de passar hidratante após o banho, use hidratantes que são usados durante o banho.
  • Procure um dermatologista para saber qual o hidratante mais indicado para sua pele.
  • Beba bastante água (cerca de 1,5 a 2 litros por dia) e coma frutas, legumes e verduras.
Cuidados com os cabelos ressecados e com pontas duplas
  • Use condicionadores após o xampu.
  • Use regeneradores de pontas após o banho.
  • Evite pentear frequentemente os cabelos.
  • Evite fazer escova.
  • Evite o calor intenso dos secadores.
  • Evite as chapinhas.
  • Proteja os cabelos do sol e do vento.
  • Use máscaras hidratantes a cada 15 dias.

30 de jan. de 2014

Botox

Botox


É usado para suavizar rugas e imperfeições. Isso só é possível porque essa toxina causa o bloqueio da ação da acetilcolina (uma substância química produzida por nossos neurônios que transportam as informações elétricas do cérebro até a musculatura). Assim, ao “interceptar” as mensagens do cérebro aos músculos, estes não a recebem e, portanto, não se contraem, resultando na amenização das linhas de expressão.


Pode ser feito a partir dos 20 anos, a cada seis meses.
Preserva a pele da região da testa, ao redor dos olhos, impedindo o movimento excessivo que vinca e forma os sulcos.




Agende um horário com nossa dermatologista!


f: 3242-7162 / 3516-7162

Acne (Cravos e espinhas)

Doenças da Pele
Acne (Cravos e espinhas)

O que é ?

A acne é uma doença de predisposição genética cujas manifestações dependem da presença dos hormônios sexuais. Devido a isso, as lesões começam a surgir na puberdade, época em que estes hormônios começam a ser produzidos pelo organismo, atingindo a maioria dos jovens de ambos os sexos.
A doença não atinge apenas adolescentes, podendo persistir na idade adulta e, até mesmo, surgir nesta fase, quadro mais frequente em mulheres.
As manifestações da doença (cravos e espinhas) ocorrem devido ao aumento da secreção sebácea associada ao estreitamento e obstrução da abertura do folículo pilosebáceo, dando origem aos comedões abertos (cravos pretos) e fechados (cravos brancos). Estas condições favorecem a proliferação de microorganismos que provocam a inflamação característica das espinhas, sendo o Propionibacterium acnes o agente infeccioso mais comumente envolvido.
Manifestações clínicas
A doença manifesta-se principalmente na face e no tronco, áreas do corpo ricas em glândulas sebáceas. Os sintomas variam de pessoa para pessoa, sendo, na maioria da vezes de pequena e média intensidade.
Em alguns casos, o quadro pode tornar-se muito intenso, como a acne conglobata (lesões císticas grandes, inflamatórias, que se intercomunicam por sob a pele) e o acne queloideano (deixa cicatrizes queloideanas após o desaparecimento da inflamação).
O que você deve saber é que existe tratamento, formas de amenizar. Faça uma avaliação com nossa dermatologista e ela lhe dará orientações e tratamento.

17 de jan. de 2014

Fonoaudiologia Estética



FONOAUDIOLOGIA ESTÉTICA

 
Fonoaudiologia Estética é um tratamento onde o paciente exercita, alonga e relaxa a musculatura do rosto.
O rosto é o cartão de visita, porém atualmente as pessoas tem se preocupado muito mais com o corpo, mantendo a boa forma e estão deixando de lado os tratamentos faciais.
A contração exagerada dos músculos é responsável pelo aparecimento das marcas e conseqüentemente facilita o surgimento das rugas de expressão.
Ao mastigar, respirar, engolir e falar erroneamente (muitas vezes sem nos darmos conta) fazemos com que algumas regiões não sejam trabalhadas ou trabalhadas incorretamente. Daí a importância da Fonoaudiologia Estética que desenvolverá um trabalho de reorganização neuromuscular através da adequação das funções, relaxamento, alongamento, massagens, drenagem linfática e exercícios para as regiões do rosto e pescoço.


 

Benefícios da Fonoaudiologia Estética:

- Fortalece e sustenta a face;
- Harmoniza o estético e o funcional;
- Aumenta a oxigenação e vascularização da pele;
-Define o contorno do rosto;
- Previne e atenua sulcos, papadas, flacidez, rugas e marcas de expressão;
- Minimiza as mímicas faciais exacerbadas ou inadequadas;
- Equilibra as forças musculares da face e pescoço;
- Proporciona a aquisição de hábitos saudáveis orofaciais e cervicais;
- Adéqua a postura, a respiração, a mastigação, a deglutição e a fala.

 Contra-indicações na Fonoaudiologia Estética:

- Excesso de acnes na pele;
- Pacientes que realizam ou já realizaram tratamento à base de isotretinoína via oral;
- Casos de cirurgia facial (recomenda-se 6 meses de repouso e autorização médica);
- Pacientes que fizeram bioplastia;
- Pacientes sob efeito da toxina botulínica, conhecida como Botox (somente depois do efeito poderão ser submetidos à Fonoaudiologia Estética).

 
Tratamento: O tratamento é indicado para homens e mulheres a partir dos 30 anos. Ele também é indicado para pessoas mais velhas que queiram diminuir rugas ou linhas de expressão ou até mesmo para complementar o tratamento dermatológico ou plástico.

O tratamento na Fonoaudiologia Estética dura em média três meses, o paciente participa em torno de 15 sessões (uma sessão por semana). São realizados exercícios no consultório e em casa conforme as recomendações da fonoaudióloga.

Após duas semanas do final do tratamento a manutenção deve ser feita e repetida no intervalo de três meses. Depois de apreendidas essas técnicas acabam sendo incorporadas ao cotidiano e o paciente não mais precisará da intervenção fonoaudiológica.

 

15 de jan. de 2014

Fisioterapia Dermato Funcional

Fisioterapia Dermato-Funcional ou Fisioterapia Dermatológica
O que é?
E uma área de atuação profissional do fisioterapeuta que estuda os efeitos terapeuticos ocorridos nas disfunçoes de ordem estéticas, possibilita o melhoramento e a restauração de desvios estéticos (aparência) e da auto-estima, em especial aos relacionados à saúde funcional com vistas à qualidade de vida dos usuários.
Os tratamentos são tanto faciais como corporais, com aplicação externa. Cada caso será avaliado e tratado com as seguintes opções:
   * massoterapia (modeladoras e drenagem linfática)

Tratamento

Proporcionar o bem-estar e a qualidade de vida. Voltado para intervenções de tratamento facial e corporal, o tratamento feito a partir da Fisioterapia Dermato Funcional é de aplicação externa e compreende ações como a massoterapia e a endermologia. Os resultados vão além da estética e passeiam ainda pelos campos da auto-estima e do equilíbrio emocional.

AGENDE UM HORÁRIO E FIQUE LINDA NESTE VERAO!!!

13 de nov. de 2013

NEUROPSICOLOGIA

NEUROPSICOLOGIA A neuropsicologia preocupa-se com a complexa organização cerebral e suas relações com o comportamento e a cognição, tanto em quadros de doença como no desenvolvimento normal, e é definida como a ciência aplicada que estuda a expressão comportamental das disfunções cerebrais. O neuropsicólogo tem por objetivo principal correlacionar as alterações observadas no comportamento do paciente com as possíveis áreas cerebrais envolvidas, realizando, essencialmente um trabalho de investigação clinica que utiliza testes e exercícios neuropsicológicos. (Malloy-Diniz, 2010) Segundo Luria (1981) existem três tipos de interação entre o cérebro e o processo mental necessário para o desenvolvimento da atividade mental : A unidade de atenção, a unidade de codificação e processamento, e por fim, a unidade de planificação. A avaliação neuropsicológica é uma estratégia investigativa destinada a identificar, obter e proporcionar dados e informações sobre o funcionamento mental dos sujeitos. Malloy-Diniz (2010) considera como demanda da avaliação neuropsicológica: “1. a quantificação e a qualificação detalhadas de alterações das funções cognitivas, buscando diagnóstico ou detecção precoce de sintomas, tanto em clínica quanto em pesquisa; 2. A avaliação e a reavaliação para acompanhamento dos tratamentos cirúrgicos, medicamentosos e de reabilitação; 3. A avaliação direcionada para o tratamento, visando principalmente à programação de reabilitação neuropsicológica; 4. A avaliação voltada para os aspectos legais, gerando informações e documentos sobre as condições ocupacionais ou incapacidades mentais de pessoas que sofreram algum insulto cerebral ou doença, afetando o sistema nervoso central. (Malloy-Diniz, 2010, p. 51) Segundo Alcântara e Ferreira (2010) a atuação do neuropsicólogo clínico na avaliação neuropsicológica é um método de investigações da atenção, percepção, memória, linguagem e raciocínio (funções cognitivas) e do comportamento, utiliza de técnicas de entrevista e exames quantitativos e qualitativos. Sendo na abordagem quantitativa baseado em normas, análises e estudos de validade, com o método de comparação e padrões para determinar as diferenças entre o pré e pós tratamento a partir de escalas, média e desvio padrão. Já na abordagem qualitativa é um complemento da avalição, contribuiu para os dados que não observáveis através de testes padronizados, para confirmar ou questionar os dados quantitativos. Malloy-Diniz (2008) ressalta que as principais razões para se solicitar uma avaliação neuropsicológica são: 1. Auxílio diagnóstico: as questões diagnósticas geralmente buscam saber qual seria o problema do paciente e como ele se apresenta. Isso implica que seja feito um diagnóstico diferencial entre quadros que têm manifestações muito semelhantes ou passíveis de serem confundidas. 2. Prognóstico: com o diagnóstico feito, deseja-se estabelecer o curso da evolução e o impacto que a desordem terá à longo prazo. Este tipo de previsão tem a ver com a própria patologia ou condição de base da doença ou transtorno (quando há lesão, com o lugar, o tamanho e lado no qual se encontra e, nesse caso, devem ser considerados os efeitos à distância que elas provocam). 3. Orientação para o tratamento: ao estabelecer a relação entre o comportamento e o substrato cerebral ou a patologia, a avaliação neuropsicológica não só delimita áreas de disfunção, mas também estabelece as hierarquias e a dinâmica das desordens em estudo. Tal delineamento pode contribuir para a escolha ou para mudanças nos tratamentos medicamentosos ou outros. 4. Auxílio para planejamento da reabilitação: a avaliação neuropsicológica estabelece quais são as forças e as fraquezas cognitivas, provendo assim uma espécie de mapa para orientar quais funções devem ser reforçadas ou substituídas por outras. 5. Seleção de pacientes para técnicas especiais: a análise detalhada de funções permite separar subgrupos de pacientes de mesma patologia, possibilitando uma triagem específica de pacientes para um procedimento ou tratamento medicamentoso. 6. Perícia: auxiliar a tomada de decisão que os profissionais da área do direito precisam fazer em uma determinada questão legal. Fachel & Camey considera-se que, devido os fatores diversos que interferem no processo de avaliação, o diagnóstico elaborado apenas em dados quantitativos facilmente incide em erro. Por isso a importância da interdisciplinaridade das neurociências bem como do uso de instrumentos variados pelo neuropsicólogo. (apud Alcantâra; Ferreira 2000, pág.3) Em 2004 o Conselho Federal de Psicologia reconheceu a Neuropsicologia como especialidade da Psicologia (Resolução CFP Nº 002/2004), com isso algumas diretrizes sobre a Neuropsicologia foram escritas pela primeira vez de forma reconhecida por um órgão regulador do Psicólogo Brasileiro.